Morning Gallo #0137: Ações asiáticas têm dia de ganhos na véspera da ata do FED

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Van Filipe Teixeira (Instagram: @filipe_st), ontdekt door Player FM en onze gemeenschap - copyright toebehorend aan de uitgever, niet aan Player FM. Audio wordt direct van hun servers gestreamd. Klik de abonneren-knop aan om updates op Player FM te volgen of plak de feed URL op andere podcast apps.

A quarta-feira foi positiva para os mercados asiáticos (exceção ao índice Kospi, na Coréia do Sul), enquanto os futuros em Wall Street operam em leve queda, próximos da estabilidade, em meio a especulações de que a China pode implantar mais estímulos para sustentar sua economia, à medida que os ganhos robustos da temporada de balanços dos EUA impulsionaram novamente o otimismo nos mercados.

Um salto de 1,2% no Japão, juntamente com ganhos na China e em Hong Kong, colocou o índice de ações da MSCI ,na Ásia-Pacífico, a caminho da máxima em dois meses. Na China, onde os desafios de uma queda no setor imobiliário e as restrições à Covid estão se multiplicando, o primeiro-ministro Li Keqiang pediu às autoridades locais de seis províncias importantes que respondem por 40% da economia chinesa, para reforçar as medidas “pró-crescimento”.

As ações em Wall Street tiveram uma terça-feira de ganhos, auxiliados por resultados das varejistas Walmart e Home Depot, que impulsionaram algumas ações do setor de varejo depois de uma forte queda registrada no mês de junho.

O petróleo avança levemente, mas ainda próximo da mínima em seis meses (Brent: US$92,00) - refletindo preocupações persistentes sobre uma perspectiva econômica difícil em meio à alta inflação e ao aperto da política monetária.

Os rendimentos da dívida americana e o dólar subiram, depois que a inflação do Reino Unido atingiu dois dígitos pela primeira vez em 40 anos.

A recuperação das ações se dá, em parte, por uma aposta de que tanto a inflação quanto o avanço dos juros, se encaminham para seus últimos momentos, tornando uma recessão econômica menos provável.
A última ata do Federal Reserve será divulgada nesta quarta-feira e pode recalibrar essas apostas. Mas alguns sinais, como a alta de meio ponto na taxa de juros da Nova Zelândia e os recentes indicadores econômicos sugerem que as autoridades ainda podem ter trabalho a fazer para conter as pressões sobre os preços: os dados mais recentes dos EUA indicaram que a construção de casas caiu mais do que o esperado, enquanto a produção industrial aumentou em julho pela primeira vez em três meses.

Por aqui, na presença do presidente Jair Bolsonaro (PL), de ex-presidentes da República e de candidatos na atual corrida pelo Palácio do Planalto, o ministro Alexandre de Moraes assumiu nesta terça-feira, 16, a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um discurso em defesa do processo eleitoral e da democracia.
Moraes afirmou que a Constituição “não permite a propagação de discurso de ódio, de ideias contrárias à ordem constitucional e ao estado democrático” que visa à “instalação do arbítrio”.

“A cerimônia de hoje simboliza o respeito pelas instituições como único caminho de crescimento e fortalecimento da República e a força de democracia como único regime político onde todo poder emana do povo e deve ser exercido pelo bem do povo”, disse. “É tempo de respeito, defesa, fortalecimento e consagração da democracia.”

O novo presidente do TSE prometeu “humildade, serenidade, firmeza e transparência” na gestão. Em seu discurso, fez uma longa defesa da segurança das urnas eletrônicas.

“Somos a única democracia do mundo que apura e divulga os resultados eleitorais no mesmo dia, com agilidade, segurança, competência e transparência. Isso é motivo de orgulho nacional”, afirmou.
Moraes já sinalizou que terá uma posição firme no comando no TSE. Há meses, vem repetindo que a Justiça Eleitoral vai indeferir o registro dos candidatos e cassar os mandatos dos políticos que divulgarem fake news, promessa que foi reiterada em seu discurso. O ministro disse que “liberdade de expressão não é liberdade de destruição da democracia”.

“Liberdade de expressão não é liberdade de agressão. A Constituição não permite que se propague mentiras que atendem contra a legitimidade das eleições”, afirmou.

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